De vela acesa, em punho,
deambulava pela calçada
e reclinava a minha cabeça
sobre o Teu regaço.
Então, sentia
o Teu amor por mim…
Tu sorrias-me, e as lágrimas
do meu pranto enxugavas,
com Tuas mãos macias
e ternurentas
acariciando-me o meu rosto
barbudo de homem de dura cerviz.
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