sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Carícia



 

De vela acesa, em punho,

deambulava pela calçada

e reclinava a minha cabeça

sobre o Teu regaço.

Então, sentia

o Teu amor por mim…

Tu sorrias-me, e as lágrimas

do meu pranto enxugavas,

com Tuas mãos macias

e ternurentas

acariciando-me o meu rosto

barbudo de homem de dura cerviz.

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